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Quando um filme faz você lembrar de você!!!

Olá, amores e amoras....kkkkkk.....
Como eu tinha dito anteriormente, estou lendo alguns livrinhos que a minha irmã me emprestou e, como todos eles têm resenha aqui, eu não tenho muito o que fazer... mas como não consigo me distanciar de vocês, fico sempre pensando no que escrever.  Assim, tive a ideia de comentar sobre 3 livros com que eu me identifico bastante... parece até que a protagonista sou eu. Como são livros antigos, não farei bem uma resenha, irei comentá-los. Espero que aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ler, tenham muita vontade de lê-los em breve. 


1º – O DIÁRIO DE BRIDGET JONES


Como o próprio nome já diz, trata-se de um diário escrito pela protagonista do livro, onde ela coloca todos os seus sonhos, frustrações e a sua principal resolução de todos os anos – perder peso.
Bridget é uma mulher de 30 anos, que trabalha em uma pequena editora e nutri uma paixão platônica por seu chefe – Daniel Cleaver – um tremendo cafajeste que começa a sair com Bridget apenas para saciar seus anseios de homem solteiro, não se preocupando, nem um pouco, com os sentimentos dela. Bridget acaba se sujeitando à sair com Daniel pelo simples medo de nunca conseguir encontrar um namorado e acabar a sua vida sozinha, em seu apartamento. Cabe ressaltar aqui que me identifico muito com ela nesse momento, não hoje, pois sou casada com o melhor homem do mundo (amor, te amo...hehehehehehehe), mas porque muitas vezes eu acabava ‘ficando’ com alguns carinhas simplesmente pelo fato de achar que nunca encontraria a pessoa certa e, por isso, poderia consertar as erradas. 

Quando eu vi o filme pela primeira vez, me identifiquei com a primeira cena, onde ela está no sofá, de pijama, com um copo de vinho na mão e cantando All by myself. Quem nunca teve um dia para curtir a fossa, ao som de musiquinhas mela-cueca?? Rs...
Enfim, na festa de final de ano, algumas pessoas armaram para apresentar Bridget à Mark Darcy, um dos maiores advogados de Londres. Mas nenhum dos dois demonstrou alguma felicidade com a situação. Bridget o achou bobo, pela roupa que usava, e Darcy pensou realmente o mesmo.
Com a ajuda de sua mãe, Bridget consegue um emprego na televisão, uma forma também de ficar longe de Daniel. Talvez seja por essa mudança inicial que as coisas começaram a melhorar de verdade na vida de Bridget. Mark Darcy ressurge na trama, trazendo um novo fôlego à leitura e extraindo um novo conceito a seu respeito. Desses novos encontros com Darcy, Bridget começa a perceber que nem sempre as primeiras impressões definem alguém.
Minha opinião sobre o livro é a melhor possível. Eu simplesmente amei a obra e a versão cinematográfica, que foi feita a partir do escrito. Se você ainda não o leu, leia e depois assista ao filme. Eu tenho certeza de que toda mulher se identifica com esse enredo, nem que seja só um pouquinho. 





2º - BRIDGET JONES – NO LIMITE DA RAZÃO



O segundo livro sobre essa protagonista fascinante não é tão empolgante quanto o primeiro, entretanto também nos garante boas gargalhadas com suas trapalhadas. Bridget continua brigando com a balança e ela ganha um novo diário de Mark Darcy para escrever a história dos dois.
Nessa fase de sua vida, a moça achava que não teria mais problemas, pois afinal, havia conquistado sua grande paixão, tinha um emprego perfeito, como repórter de TV,  e possuía amigos maravilhosos. Mas nada estava do jeito que ela esperava. Ano novo, diário novo, problemas novos. Além de sua insegurança (e a eterna espera por ser pedida em casamento), Bridget tem um novo obstáculo - a colega de trabalho de Mark, Rebecca - uma moça lindíssima e que ameaça seu namoro.
Como o 1º livro, este também ganhou uma versão para o cinema, e se você ainda não viu, não perca tempo, pois Renée Zellweger está impagável e muito engraçada.

 



Quando comecei a escrever essa coluna, me deparei com a noticia de que haverá um terceiro livro de Bridget Jones. A informação veio da revista Veja:
Após treze anos sem novidades, a personagem Bridget Jones está de volta à literatura pelas mãos de sua criadora, Helen Fielding. A terceira parte da série sobre a solteirona atrapalhada está sendo escrita e chegará às livrarias em novembro, mesmo mês de lançamento em português no Brasil, pela editora Paralela, selo comercial da Companhia das Letras.
A narrativa, que conquistou o público ao retratar sem pudores o cotidiano da jornalista londrina sem sorte no amor e nas dietas, nasceu em uma coluna escrita por Helen em um jornal do Reino Unido na década de 1990, e mais tarde deu origem ao livro O Diário de Bridget Jones, de 1996.
O sucesso da obra levou à continuação Bridget Jones: o Limite da Razão, de 1999. Juntos, os livros venderam mais de 15 milhões de exemplares, foram publicados em 40 países e ganharam duas adaptações para o cinema, com Renée Zellweger no papel principal, e Hugh Grant e Colin Firth como Daniel Cleaver e Mark Darcy, respectivamente.
Segundo Helen, o novo episódio trará uma fase diferente na vida da protagonista, que agora tem mais de 40 anos e ainda vive dilemas parecidos, como a eterna vontade de perder peso e suas tentativas frustradas de parar de beber e fumar. Em entrevista à rádio BBC, a autora disse que costuma rir muito enquanto escreve, e espera que os leitores se divirtam tanto quanto ela.
Ao falar sobre o famoso cabeçalho dos capítulos, que trazia informações sobre quantos cigarros a personagem havia fumado, ou quantas calorias havia perdido, a escritora disse que novos itens mais modernos serão adicionados, como a quantidade de seguidores no Twitter.
A fase informatizada também deve trazer influências sobre a vida amorosa de Bridget. Helen se diz interessada por amores virtuais e sobre como pessoas conseguem ter relacionamentos inteiros através de mensagens escritas e se sentirem emocionalmente satisfeitas. Vale avisar que o retorno dos dois grandes amores da protagonista, Daniel e Mark, não está confirmado.
Atualmente, um terceiro filme de Bridget Jones está sendo produzido com Renée Zellweger e Hugh Grant no elenco, porém a história não será baseada no livro que está por vir, e sim em alguns dos contos antigos da escritora. O longa está previsto para estrear em 2014.”
VAMOS AGUARDAR!!!!!

3º - OS DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM

 

Que mulher nunca ficou desesperada quando viu um cartaz de promoção em sua loja preferida?? Falamos sobre mulheres que sentem prazer em segurar sacolas de compras. Daquelas que amam sentir o toque da seda de uma roupa... Daquelas que acham que o mundo fica melhor enquanto elas compram...! E Rebecca Bloom não poderia ser diferente. A diferença entre uma mulher consciente e Becky é que ela não tem limites. Mesmo sabendo que não possui dinheiro e que está devendo a Deus e ao mundo, ela continua com a sua compulsividade pelas compras.
O que é nitidamente contraditório é que Becky é uma jornalista financeira e dá conselhos, em uma revista de finanças, para pessoas que se encontram endividadas. Mas como se ela nem consegue resolver as suas cobranças bancárias?
A pedra no sapato de Becky é Dereck Smith, um cobrador que a procura constantemente para perguntar sobre os devidos pagamentos.

Vale constar que a melhor coisa que acontece na vida de Becky é Luke Brandon, o editor chefe de sua revista.
Acho um livro muito legal, e que se não todas, quase todas as mulheres já passaram por situações bem parecidas.

Assim como os dois anteriores, esse livro também teve a sua versão na telona, veja o Trailer:



Bom, como a previsão do tempo para o fim de semana é aquele tempinho gostoso de chuva, sugiro que vocês peguem esses livros ou os filmes e curtam com uma pipoquinha, pois valem a pena!!!

Bjks Flay!!!

Keep Calm And... Caia com estilo...




 Olá, pessoal!

Hoje iremos falar sobre mais um livro da querida editora Gutenberg. Com uma coleção de obras magníficas,  a mesma nos apresenta agora um livro que nos diverte e acima de tudo nos faz refletir.


" Quebrada em grande estilo" 
"Jen Lancaster era uma alta executiva do ramo da tecnologia de Chicago, que tinha a vida com que todas sonham: o homem ideal, o emprego perfeito, glamour, estilo, grifes, viagens e dinheiro para gastar. Mas, sem que ela percebesse o que inevitavelmente ia acontecer – já que estava ocupada demais fazendo as unhas, comprando sapatos e sendo paparicada –, seu mundo vira de cabeça para baixo quando ela perde seu emprego, o que faz seu padrão de vida despencar.

Neste delicioso livro, inspirado na vida real da autora, ela narra tudo o que precisou fazer para se reinventar a partir do instante em que teve de trocar seu polpudo contracheque pelo seguro-desemprego e enfrentar várias portas que se fechavam diante dela.

Rindo das próprias desgraças e mantendo seu humor despachado e sarcástico, ela conta percalços que poderiam acontecer com qualquer um, mas de um modo infinitamente mais interessante e divertido do que em geral faríamos."
A escolha da letra do post não foi aleatória, pois imagino que Jen seja uma daquelas mulheres que adoram destaques. 

O que mais me encantou no enredo foi o fato da história ser pautada na própria vida da autora. Esta ferramenta nos traz uma imensa sensação de veracidade e, por isso, estou louca para comprar o meu exemplar.

"Jen foi vice-presidente de uma empresa de relações com investidores e atualmente é autora best-seller do New York Times, com sete livros publicados. 

Ela mora em Chicago com o marido e seus animais de estimação, e ainda precisa pegar o jeitão de andar de metrô e se acostumar a devolver os livros da biblioteca dentro do prazo."

Bom, espero que corram para ler esta obra. Afinal, sempre é bom ver que até para cair precisamos ter estilo. Rs


Ps: Clique aqui para mais informações...

Bjks da Ale!

Respirando Sentimentos...


Até poucos dias atrás, não havia dado tanta importância ao meu olfato. Sentia apenas a diversa gama de perfumes que circulavam ao meu redor. Entretanto, percebi que sem o olfato, não existiria o paladar e a vida ficaria muito mais insípida sem ele... 

Estas foram percepções que nunca passaram por minha mente, a não ser nas aulas de biologia, mas que começaram a entrar na área das emoções a partir de uma conversa entre amigas...

*****

Quando estamos entre as meninas, sempre abrimos o verbo para a discussão de assuntos que estão presos no coração. Assim, em uma hora de intervalo escolar, a saudade* chegou como uma intrusa na conversa.
* Bichinha teimosa que insiste em ficar perpetuando coisas ilusórias. 

Nossa mente já trabalha por si, mas sempre arrumamos um jeito de entender que algumas situações não voltam mais. Entretanto, mesmo com tanto esforço, um fator atua discretamente e dificulta ainda mais a situação. Um dos cinco sentidos parece ter um cartão de memória próprio e, por isso, consegue captar qualquer coisa que você já tenha notado alguma vez. Logo, o olfato é o culpado de tudo.

As nossas lembranças não passam do campo mental, mas o cheiro das coisas consegue ativar as sensações reais que os sentimentos despertaram em determinado momento. Ele comprova que tudo realmente aconteceu e aciona cada célula de nosso corpo. Ficamos mais atentos, procuramos o dono do perfume e uma sensação de nostalgia e relaxamento nos invade.

Cada coisa possui uma característica e um cheiro proeminente. Doce, forte, natural... Cada um com suas peculiaridades...

Amo chegar da casa da vovó e sentir em minha roupa aquele cheirinho típico que só a avó tem; adoro o perfume natural e inocente dos bebês; minha boca se enche d'água quando chego em casa e o vapor delicioso da comida da mamãe invade minhas narinas; e meus olhos lacrimejam quando alguém na rua passa com o mesmo perfume de alguém que já foi especial para mim. Fico como aqueles animalzinhos de desenhos animados que perseguem a "fumacinha" com cheiro bom.

Ai, sentimentos, pensei que vocês só estivessem trancados em minha mente, mas ao que parece, alguém lhes deu a chave reserva, que estava debaixo do extintor, e vocês conseguiram se espalhar por meus sentidos. Ou será que eu mesma lhes dei essa permissão???

*****

Bom, pessoal, este pequeno textinho serviu como um desabafo coletivo ( minhas amigas que o digam...), mas espero que tenham gostado!

Bjks da Ale ^^

"A Elite" - Kiera Cass


Olá, queridos!

Hoje iremos falar sobre a incrível continuação da trilogia de Kiera Cass. Depois de nos ser apresentado o duro processo de escolha, transformação e aprendizado de 35 garotas que buscavam o coração do príncipe Maxon e a coroa em "A Seleção" ( não leu essa resenha?? Clique aqui e diverta-se... Ps: Depois volte para conferir esta, hein? rs), nos deparamos com situações mais complexas em "A Elite". Afinal, apenas 6 garotas restaram e a disputa acaba por se acirrar, a cada minuto, dentro do Palácio. 

America Singer continua sendo a menina que sempre foi e, a cada dia que passa, começa a se sentir mais confortável com a vida que estava levando e com a companhia do encantador príncipe Maxon. Contudo, ao mesmo tempo em que sente seus batimentos cardíacos dispararem pelo mesmo, seu coração se despedaça ao ver Aspen fazendo sua ronda habitual. Ela precisava considerar dois pesos e duas medidas. Estaria ela realmente preparada para assumir o trono de Illéa? Afinal, se conseguisse a coroa, sua antiga vida ao lado de Aspen seria apenas uma recordação. 

Muitas dúvidas começam a aparecer, mas ao passo que A Seleção ainda continua, ataques rebeldes começam a se tornar frequentes e os questionamentos sobre o injusto sistema de castas se tornam primordiais. Muitas questões políticas e diplomáticas rodeiam os muros do castelo e são percebidas pelos olhos observadores de America. Mesmo que esteja alheia à maior parte do assunto, pertencente à Realeza, ela se mostra interessada e consegue a oportunidade de ler um dos diários de Gregory Illéa, fundador da nação, com o auxílio de Maxon. Em suas páginas, America começa a se decepcionar com o sistema com que convive. Aliás, ela podia ser bonita, esperta e engraçada, mas o que mais lhe marcava era o senso de justiça.

Uma voz no meio da multidão pode  não ser ouvida, mas é o primeiro passo para alguma mudança. Por que as pessoas devem ser identificadas por um número? Ser UM ou OITO não torna alguém mais especial do que outro.

 America  permanece na competição, mesmo após alguns imprevistos, e tenta evitar problemas com sua postura. Entretanto, será que sua voz se calará? Juntamente com Maxon, aos poucos, novidades podem surgir na vida da sociedade. Tudo o que os resta é esperar que os ânimos se acalmem. Eles, realmente, precisam de tempo.


Eu acho incrível a capacidade com que Kiera Cass faz com que seus leitores fiquem submersos em suas obras. Da mesma maneira que ocorreu no 1º livro, não consegui largar o 2º até a última palavra. Dormi e acordei com a história na cabeça e no coração. Suas descrições sobre o enredo são tão reais que te fazem sentir as emoções que rondam os personagens. Eu sempre ficava com o coração apertado quando America ponderava sobre suas inseguranças amorosas.

A maioria das pessoas critica Aspen por ele tentar mostrar à Meri, como chama a personagem central, defeitos de Maxon, para conseguir uma maior atenção para si. Entretanto, devemos entender seu lado. Afinal, Aspen a  ama e quem ama não luta a qualquer custo? Não é que ele seja meu predileto, pois ainda não consegui optar por um dos dois, mas não o julgo por sua atitude. Aspen foi criado como um Sete e passou por muitas dificuldades para cuidar de sua família; e Maxon nasceu UM e foi criado com dedicações e cobranças. Na minha humilde opinião, cada um a ama de um jeito diferente e cabe a mesma analisar qual das maneiras mais lhe completa.

Perdoe-me, querido leitor, por sempre defender quem a maioria não gosta, mas eu sou assim. Lembra-se da nossa conversa sobre os personagens incompreendidos

Neste livro podemos conviver mais com a rainha e com o rei e conhecer melhor cada uma das partes. Amei de todo coração a mãe de Maxon, mas não posso dizer o mesmo sobre o pai. 

Enfim, posso afirmar que esta obra nos surpreende em cada capítulo e nos dá novos conceitos e panos de fundo para as pessoas que estão em volta dos acontecimentos.

Mais uma vez, foi difícil largar o livro sem obter o final, mas tenho certeza de que a autora nos trará uma continuação cheia de encantos e novidades. Estou muito ansiosa para saber mais sobre os rebeldes. Por que eles agem? Sulistas e nortistas têm o mesmo objetivo? Como ficará o governo de toda nação? A monarquia sobreviverá? E, por fim, seria America a escolhida para liderar o mesmo ou algum novo governo?

Além de esperar pelo novo lançamento, ficamos no aguardo de outra novidade. Todo o enredo da trilogia  está sendo trabalhado para se tornar uma série. Já imaginaram? 

Espero que tenham curtido, como eu, toda a história. Aliás, quando você entrar no mundo de "A Seleção", não vai querer mais sair ;)

Até mais, pessoal!

Bjks da Ale!