Image Map
Mostrando postagens com marcador crônica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crônica. Mostrar todas as postagens

Um dia...



Um dia, me falaram que borboletas eram um bom presságio, mas nunca liguei muito para isso. Com a correria do dia-a-dia, quem é que ligaria para uma simples borboleta batendo as asinhas?

Um dia, já acreditei em fadas.

Um dia, já tive medo do bicho papão. 

Um dia, já fui criança e reparei nisso tudo com a minha inocência. Um dia, já reparei nas borboletas.

Um dia, já escrevi sobre elas e sobre sua linda metamorfose. Mas nunca pensei que um dia fosse acreditar que elas realmente rondassem as pessoas com seus mágicos pressentimentos.

Mas esse dia chegou. E ele chegou com uma dose que tirou todo o meu fôlego....

Num momento que a minha própria história é uma intensa metamorfose, três borboletas transformaram o meu simples dia num grande dia. Com essa pequena visita, elas me devolveram a inocência daquela criança que ainda acreditava nos contos de fadas e me fizeram rir por um motivo que todos deveriam rir e comemorar. Elas me fizeram ver a vida... uma vida livre de preocupações, preconceitos e sentimentos vazios. Elas me mostraram com seus simples voos ao redor de mim que é possível ser feliz mesmo que você nasça como uma simples lagarta. Elas me fizeram ver que as transformações são naturais. Mas elas também me disseram que nem todo mundo está pronto para essas mudanças e que nem todos irão repará-las ao longo da vida.

As borboletas com seus pequenos períodos de tempo me contaram muito mais histórias e me ensinaram muito mais do que qualquer livro de História. Elas me mostraram que é na simplicidade que há vida, que há sentimentos e que há alegria.

Hoje, essas três borboletas trouxeram um baú de felicidade e me tiraram daquela vida mecânica e da correria apática da vida dos homens.

Um dia, quero ser como uma borboleta.

Um dia, quero levar bons presságios.

Um dia, quero me desprender de tudo que é fútil.

Um dia, quero viver apenas de mudanças.

Um dia, quero ser uma intensa metamorfose

***

Oie, genteee!

E, hoje, voltei com mais um textinho meu... eu já tinha postado essa crônica no meu Facebook, mas achei mais do que justo compartilhar com vocês ;)

Espero que gostem dessa reflexão, pois ela é muito importante para mim!

Beijooos da Alê!

Metamorfose...





Ela tinha certeza de tudo... A menina tinha um cronograma que especificava cada minuto de seus dias até o fim de sua vida. Ela sabia quantos fios de cabelo tinha, quantos quilos pesava, quantas palavras tinham em seu livro, quantos amigos sinceros tinha e quantos dias faltavam para seu sonho virar realidade. Ela tinha tudo programado. Tudo muito mecanicamente articulado. Tudo artificial e em perfeito estado.

Ela parecia um robô. Tinha resposta para tudo, sabia o que fazer para agradar os outros, sabia como corresponder expectativas e levava a vida nesse ritmo... Só que ela não sabia o mais importante: Ela não sabia deixar a vida levar seu próprio ritmo! A sonhadora, doce e inocente menina queria ser a Ditadora de sua própria vida e, por isso, se aprisionava num casulo com guardas e cercas, privando-se de ver o que o mundo tinha para oferecer. Ah... E o mundo soube chamar a sua atenção da pior maneira possível!

Naquele dia que ela tanto esperava, uma granada explodiu sobre suas certezas e tudo virou um mar de incertezas e de inseguranças. Aquela bolha imaculada se rachou, e a menina respirou o ar da vida, aquela vida magoada por ser ignorada por tanto tempo. Aquela vida cobrou o tempo perdido e as coisas perdidas. Aquela vida disse que podia existir um pouco de vida em sua rotina. Aquela vida disse que ela precisava viver. Aquela vida ensinou que a menina tinha que ter um pouco de incerteza em suas certezas mecânicas. Afinal, não há graça num mundo programado. Para que você cresça e aprenda, o mundo precisa ser um mistério a ser desvendado e, para isso, você não deve hesitar, sentir medo ou se trancafiar num casulo.

Nesse impacto, o casulo da menina quebrou. Rachou do começo ao fim e tirou tudo aquilo que era certo. Nessa batida, a única coisa que ficou foi a menina, agora transformada. Aquela menina que só conhecia o mundo como uma lagartinha, pequenina demais para ser notada no mundo dos grandões, virou borboleta. Uma borboleta livre para voar e conquistar o mundo. Sem casulo. Sem certeza. Sem pudor. Só com a vida e com seus sonhos.
***

Oi, galera! Só passei aqui para compartilhar esse pequeno texto com vocês!
Espero que tenham curtido!

Beijos da Alê!

A menina que caçava paixões....


Ela vivia numa busca incansável por paixões, já que não se sentia completa consigo mesma. A menina olhava por todos os cantos, ruelas e lugarejos por onde passava... Seu olhar era afiado e implacável...
Ela esperava achar um alguém que fizesse seu coração bater mais depressa e que lhe desse borboletas no estômago. Afinal, ela leu em livros que o amor faz isso com as pessoas...

Tal procura insana fez com que aquele pobre e doce coração se enganasse fácil e rapidamente. Por muitas vezes, ela se entregou e acreditou que aquele menino da esquina fosse sua cara metade... Pobre menina... Não sabe o que faz.

Uma vez, ela conheceu um amor ... Mas ele se foi como tinha chegado... Voou como o vento, mas deixou rastros ... Ela, no entanto, continuou enfrentando a vida de peito aberto... E, por isso, vieram as porradas da vida. Muitas cicatrizes surgiram enquanto ela teimava substituir o amor do passado... Ela tentou, tentou, tentou ...

Depois, veio um possível menino ... E ela logo se animou... O que ela não sabe é que o amor não se dá assim... Amor é entrega , é devoção ... não é uma mera distração ou simples prazer físico... E, como já era de se esperar, o tiro saiu pela culatra, e o próprio menino a largou... Mais dor... Mais rejeição... Ela não conseguia aceitar tal situação...

Mas você acha que ela mudou? Pufffs... Claro que não... Aquele olhar de caçadora era intrínseco a ela... Predadora , mas sensível... Pronta para a caça do dia e para o pranto da noite...
Incompleta e cheia de vazios sentimentos...

Sua busca não parecia ter fim... ela ansiava pela paixão, pelo alento de um cara legal e, a cada vez que ela sonhava com isso, sua busca aumentava mais...

O que ela não sabe ainda é que nada vai dar certo até que ela seja autossuficiente.. Até que ela ame mais a si mesma do que tudo... E, além disso, ela precisa aprender a ser mais crédula... O destino nunca falha, e as mais belas coisas da vida acontecem de uma hora para outra, sem nem ao menos um aviso.

Numa tarde, a menina sentiu o sopro de um vento familiar que lhe deu esperanças.. Ela resolveu seguir a vida... Se formou, escreveu um livro, viajou o mundo e, em uma típica cidade da Europa, sentiu seu coração acelerar e percebeu as borboletas no estômago...

Pois é.. Ela estava na cidade de Shakespeare... O sábio Bardo a levou para lugares de seu coração até então desconhecidos ... E ela ficou satisfeita, pois, mesmo que tudo isso se passasse nas páginas de um livro, ela se sentia  forte e orgulhosa com o que tinha feito na vida.

Tudo ia bem... Até que, em uma cafeteria tradicional, um lindo homem esbarrou nela e ambos deixaram cair seus livros... Romeu e Julieta. Essa era a obra que os dois liam...

Destino? Ela não sabe, já que não era suficientemente crédula... O que ela sabe é que esse foi acaso mais oportuno de sua vida

*****
Ooooie, meu povo!

Hoje, passei aqui para compartilhar com vocês mais um daqueles textos informais... A inspiração veio e logo coloquei no  papel... Sendo assim, peço desculpas pelos prováveis errinhos que vocês podem encontrar, haha...

Beijos e espero que gostem do meu eu-lírico <3

Once Upon a Time...


Ela era uma menina como outra qualquer.
Tinha sonhos, planos, medos, inseguranças....
Quando pequena, brincava de princesa ,
com seus bailes, vestidos, uma fada madrinha e
um final feliz.
Assim, quando crescera um pouco,
essa brincadeira tomou uma parte de seu coração.
Ela já começara a reparar nos menininhos de sua idade
E começara a procurar traços de príncipes em seus rostos rosados de infância.
Crescera mais e não abandonou esse ideal.
Muitos meninos a achavam bonita, mas ela não se identificava com eles.
Ela esperava um cavalo branco, seu sapatinho de cristal e pronto!
No entanto, a adolescência chegara.
Fantasias, novos desejos e sensações surgiram.
Ela mudou e passou a gostar do estilo Bad boy.
Aquele cara que os pais não aprovavam, que tinha identidade falsa,
Que não sabia os nomes das meninas com que ficava e, muito menos,
sabia amar.
Ela sofreu. Não era mais tratada como a princesinha.
Mas ela não tinha pedido isso?
Contudo, mais um tempo passara.
Ela cresceu e a rebeldia passou um pouco.
Agora, ela queria entender o que era ser amada.
Afinal, ela só aprendeu a segurar a onda depois de tantos sofrimentos,
com príncipes falsos e bad boys malucos.
Ela aprendeu muitas coisas e sentia falta de outras.
Mas, para ela, nada fazia mais sentido.
Ela não queria ser mais a mocinha e nem a vilã.
Ela queria ser ela.
A bela menina que exalava uma perfeita harmonia
Entre inocência e rebeldia.
Um dia, sentada na beira da calçada,
Observando a vida que lhe feria continuamente -
Que não lhe dava um amor verdadeiro,
Que não levava em conta o que seu coração implorava
E o que sua mente sonhava teimosamente -
Ela chegou à conclusão de que não precisava se torturar.
Ela acreditava no destino. Acreditava, sim.
Se não fosse o acaso, não existira o Big Bang e,
Muito menos, vida no universo.
Então, o destino tinha que servir para alguma coisa.
Ela acreditou e fez uma súplica baixinho,
Para quem quer que a escutasse.
Decidiu ser independente. Decidiu viver.
Decidiu correr e se libertar daqueles sentimentos sufocantes.
Assim, ela com um impulso,
Começou a correr, correr e correr.
Queria alcançar o mundo com o vento que passava por seus braços abertos.
Queria tentar ver o horizonte da natureza,
Já que não podia ver o seu.
E, foi nesse momento,
Que ela tropeçou em seu cadarço desamarrado
E deu de cara com ele.
O menino da face rosada da infância.
Ele a segurou firme e não a deixou cair.
Um sorriso bobo perambulou teimosamente por seu rosto.
E ela lembrou do conto que esse menino havia compartilhado
Quando os dois brincavam de bailes , cavalos e fadas madrinhas:
" Era uma vez,
Uma menina que queria descobrir o mundo
E um menino que queria descobrir o mundo ao lado dela,
ou melhor, ele queria ser o mundo dela.
Mas a menina, tão destemida e valente, quis ir sozinha pelas montanhas da vida.
O menino ficou triste, chorou, cresceu e viveu,
Mas sempre pensava na menina,
Que um dia fora seu mapa de aventuras e sonhos.
Todavia, ele lembrava que havia feito uma promessa para ela.
E promessas não se quebram.
Ele tinha certeza de que o destino faria sua parte.
Ele tinha prometido que mesmo depois
De tanto tempo, de tanta dor,
Ele a seguraria em seus braços como mágica e
Que seus olhos diriam as coisas que
O tempo tinha deixado pendente.
Que seu olhar seria apaixonado, protetor
E que ele estaria disposto a desvendar o
Mistério do amor de que ambos haviam se privado."
Ela lembrou todas as palavras como se elas fossem ditas há uma hora.
Ela viu a face rosada do menino, lembrando seu príncipe leal
E viu os músculos protuberantes que ele adquirira com o tempo, lembrando um bad boy.
Mas ele não tinha nada de maluco.
E, quando ela retornou seu olhar para o rosto do menino,
O sorriso dele brilhou vendo que ela havia lembrado,
Que ela estava em seus braços
E que ele acabara de cumprir sua promessa.
Sua boca se aproximou da dela e um sentimento surgiu.
Esse sentimento dos dois era novo, intenso
E parecia mágica.
Um beijo foi dado à meia-noite
E, quando ambos escutaram o soar do relógio,
temeram que a mágica acabasse como nas estórias
de suas infâncias rosadas -
Mas não acabou -
E aquele beijo,
Aquele tão profundo e doce beijo,
Disse o que não fora dito,
Apagou o que já fora mágoa,
E ensinou que o amor pode surgir do nada
E ser tudo .
(Alexandra Cristina)


***** 


Bom, galera, eu escrevi esse textinho e, como ele me conquistou de um jeito inesperado, resolvi compartilhar com vocês!

Espero que curtam!

Beeeijos da Alê.

Andorinhas.....




Quando eu, finalmente, me desprendo, você volta.

 Um simples aviso de "cheguei" reacende a chama esquecida aqui dentro. 

Mas sei que tudo vai embora rápido - da mesma maneira que veio.

 Você me faz lembrar das nossas brincadeiras de criança, do nosso primeiro beijo, da nossa briga repentina e do fim do nosso amor. 

Coisas que me assombram todo dia. Coisas que já me tiraram o sono. Coisas que eu aprendi a superar. Coisas que estão me ensinando a não errar nesse meu novo amor inocente. 

Pois é. Estou aprendendo a amar sem você. 

Sabes que é importante, mas chegou a hora de parar de voltar por míseros segundos. 

Afinal, para que voltar e partir no mesmo dia? 

 Nunca te mostrei minhas lágrimas. Será que você seria mesquinho o suficiente para me procurar a fim de vê-las??? 

 Por favor, não faça isso comigo porque não quero estragar a bela imagem do nosso amor com essa  simples diversão.

 Sei que a chama ainda está aqui dentro e que, provavelmente, demorará ou nunca apagará. No entanto, chegou o momento de outro alguém colocar lenha no meu coração. 

Sempre achei que fosse o destino que te colocasse infinitamente na minha vida, mas minha teoria já mudou.

 Eu cresci, amadureci e refleti. 

Quero ser feliz e aproveitar o verão como as andorinhas. 

Quero ser livre desse amor prisioneiro.

****


Oooie, pessoal! 

Que saudades! Desculpem-me! Sei que estou sumida ( Ano de Vestibular, galera) , mas não deixei de escrever...
Sempre estou com o caderno ou o bloco de notas  do lado e, por isso, sempre que algum desses textos não ficar parecendo apenas um desabafo ou um devaneio da minha cabeça mirabolante, postarei para vocês!

Espero que curtam!

Beeeijos da Alê ^^

Milhas e milhas distante ...


Quando era pequena, amava olhar para a estrada enquanto viajava. Era muito legal ver que após o vislumbre de vegetações, de casas pitorescas e de um animal ou outro, a cidade surgia como uma árvore de natal gigante - característica de sua típica iluminação. Nessa época, eu não me importava com distância alguma, pois tudo de que precisava estava comigo - minha mãe e meu bichinho de pelúcia. Porém, hoje, morro de medo do que os quilômetros podem representar.

O que podemos fazer quando o amor escapa de nossos delicados dedos e embarca num carro para seguir um destino diferente do nosso? Sentar e chorar ou levantar a cabeça e seguir em frente? Tratam-se de questionamentos difíceis e que fazem com que nosso coração e nossa mente entrem em um conflito. O lado emocional sempre grita: Hey, I miss you; e o lado racional tenta, sem sucesso, falar: I don't care.  Mas parece que os batimentos cardíacos sempre ganham a batalha.

Sinto falta da época em que o simples ato de abraçar meu bichinho de pelúcia confortava meu interior porque agora o vazio que sinto não pode ser dimensionado. Estou como uma formiga distante de seu formigueiro - sem direção e sem sentido-. Você sempre foi minha bússola e sempre me fez voltar para casa em segurança. Assim, nesse momento, me encontro desnorteada.

 Sinto falta do calor do seu abraço, dos seus lábios macios nos meus e de seu perfume inebriador. Afinal, você é como um vício para mim, pois basta um segundo ao seu lado, depois de um longo tempo sem termos contato, para que minha dependência seja despertada. Sempre quero mais. Contudo, apesar das minhas necessidades, entendo que tenho que aprender a caminhar sozinha a partir de agora.

Não sou mais aquela menininha que olhava animadamente pela janela do carro. A estrada deixou de ser uma diversão porque cada milha que nos separa me deixa angustiada. Logo, decidi que ignorarei a paisagem que nos distancia e seguirei meu próprio rumo. Não sei de fato qual será o seu ou o meu próprio destino, mas sei que lá na frente - bem na esquina da estrada - nos encontraremos. 

Espero que isso ocorra logo 
                           e que os quilômetros cansem de nos separar de uma vez por todas.

****

Bom, queridos, resolvi compartilhar com vocês essa minha pequena reflexão. Fiz esse texto bem rapidinho com algumas ideias na cabeça e sentimentos no coração... Espero que tenham curtido!

Um beijão da Alê ;)


Quando a insegurança bate na porta....




Hoje eu senti uma dor no peito. Não era uma dor física, mas sim aquela dor da saudade. E eu me perguntei que raio de falta era essa. Fiquei sem resposta. 

Há dias em que nada parece estar no lugar certo. Dias em que você não se sente encaixada num lugar da sociedade. Aquele dia em que você só quer fugir para bem longe ou sentar num jardim à noite e ver figuras nas estrelas. Aquele momento em que você quer colocar um filme deprimente que te faz chorar     ( Oie, tio Nick Sparks, estou precisando de uma dose do seu drama hoje!) e escutar  Michael Bublé.

Às vezes fico pensativa desse jeito e imagino como vai ser o meu futuro. Penso na minha carreira, no meu próximo amor e nos rumos que a vida reserva pra mim. Às vezes sinto medo do que pode me aguardar, mas me coloco pra frente, pois sei que Deus reserva o melhor para cada um de seus filhos.

A insegurança é horrível e o pior de tudo é que ela atinge a maioria das meninas ( pois é... eu odeio isso). Contudo, precisamos enfrentar. A mulher tem uma força incrível que nem ela mesma conhece e são nessas ocasiões de incerteza e medo que temos que tentar achá-la dentro de nós. 

Portanto, não vale a pena se preocupar com as coisas que estão para chegar porque, na hora certa, elas irão aparecer. Não vale lamentar que os homens da vida real não são iguais aos dos livros, pois nós  também não somos iguais às personagens literárias ( bem que a gente queria). 

Assim, meninas, levantem a cabeça, pois quando a pessoa certa aparecer, ela será só sua. Ele pode vir num cavalo branco e vestido numa armadura, mas eu não sou muito exigente..... o meu pode vir de skate e de jeans porque sou uma Julieta de shorts e sapatilha ...

Ps: Mas enquanto eu espero, posso chorar com Querido John, né? Hahaha!


*****

Então, meninas, vocês também já passaram por isso?? 
Espero os comentários!
Beeeijos da Alê!!

A Bandeira da Educação!



Bom, hoje venho humildemente homenagear as pessoas mais importantes para a educação do nosso país. Aliás, se um dia uma dessas pessoas não me ensinasse a escrever, não estaria aqui compartilhando a minha gratidão com vocês. 

No dia 15 de outubro, comemoramos o dia dos professores, os educadores do mundo inteiro. Aqueles que doam muito de si para que a humanidade possa ser um pouco melhor. Aqueles que além de passarem o conteúdo pedagógico, ensinam sobre a vida. Aqueles tios do primário, aqueles ídolos do ensino médio ou aqueles mestres da faculdade.

Sinceramente, eu não sei se consigo me expressar plenamente nesse post, pois fico com medo de esquecer algo ou de não fazer jus àquela pessoa que tanto admiro. Contudo, vamos tentar.....
                                      
                                                                                                                ***

  Sempre fui muito questionadora. Desde pequena sou a  dona da pergunta "mas por quê?" e sempre "sugo" ao máximo as explicações dos meus professores. Sou ávida por novas lições e "babo" por aqueles que dominam a matéria.
Fico admirada com a paciência e com a persistência deles. A dedicação é notável. Em nenhum momento se recusam a responder suas perguntas, mesmo que elas sejam as mais idiotas possíveis. Pelo contrário, eles sempre dizem que não existe pergunta idiota.

Durante minha vida,  já convivi com diversos professores diferentes. Minha tias do jardim me ensinaram a ler, a escrever, a calcular e a questionar. Sempre me incentivaram e me deram a base necessária para avançar o meu caminho. Meus professores do ginásio e do ensino médio já me acolheram numa idade em que eu já possuía ideias formadas e argumentos na ponta da língua. Eles estão me ensinando a construir a estradinha para o meu futuro. Com muito cuidado e atenção, meu caminho está solidificando com o auxílio deles.

Tenho um imenso carinho por meus educadores. Quase todos se tornaram meus amigos e, por isso, conversamos sobre tudo. 
 
Se você prestou atenção durante nossa conversa, vai perceber que nenhuma insatisfação se tornou presente no texto. E sabe por quê? Simples. Todos os professores, de sua maneira, se propõem a dar o seu melhor e, por isso, muitos profissionais de outras áreas são formados. Não existiria um médico, um engenheiro, um arquiteto, um político (? - acho que isso não conta tanto nesse caso ) e afins se um professor não o ensinasse o necessário. Portanto, manifestarei minha insatisfação nesse exato momento. Não se trata de uma insatisfação pessoal, mas sim geral. Por que esses professores estão sendo tão mal vistos nessas manifestações que estão acontecendo? É direito deles exigirem melhores condições de trabalho. Por que ninguém se preocupa com os diversos auxílios que nossos "queridos políticos" ganham, mas se incomodam com o "Pouco" que a classe que move a nação pede? Eles nos ensinam a pensar (talvez seja esse o problema) e estão mostrando realmente o motivo pelo qual devemos lutar. 

Muitas matérias na grade escolar, como Filosofia e Sociologia, estão voltadas para a reflexão social. É verdade que esses conteúdos foram deixados de lado durante certo tempo, mas ainda bem que eles estão voltando para alimentar nosso raciocínio (fui motivada por isso).

Querido educador, estou levantando minha bandeira como "presente" no seu dia. Quero lhe desejar todo o sucesso e todo o reconhecimento que você merece. Obrigada por formar uma Alexandra que procura se desvincular da massa homogênea que a elite deseja formar.  Obrigada por lutar pelo futuro do país. Obrigada por você existir.

Parabéns !!!!


Todos os cães merecem o céu....


Bom, hoje escrevo com os olhos úmidos e com o coração repleto de saudades. Minha neguinha se foi há dois anos e sua ausência nos deixa um vazio no peito. 
 Jully entrou para a família antes de mim e, por isso, se tornou o bebê da casa. 

Essa pimpolha foi crescendo e foi arrebatando, cada vez mais, o coração de todos. Vivia no colo e escolheu o chefe da casa para ser seu "preferido". Amiga, companheira e protetora. Aliás, ela foi a minha segurança particular durante certo tempo. Enquanto eu estava no berço, ela ficava embaixo do móvel, cuidando para que nenhum estranho mexesse comigo. Um amor, né?

Jully era apaixonada por biscoito maisena, molhado com café - Acreditam?; Ela só comia ração Frolic; Adorava ossinhos caninos; E amava frutas - uma verdadeira morceguinha. 
(Tentando alcançar as uvas que estavam no pote.)

Nossa filha peluda era brincalhona, mas adorava dormir, dormir e dormir.

                                       ( Sim, ela estava com meu bichinho de pelúcia. Rs)


Sua energia era maravilhosa e ela parecia uma Lady, pois, literalmente, desfilava enquanto passeava na rua. Contudo, uma doença a atingiu. Jully perdeu a visão muito cedo e um novo desafio teve que ser enfrentado. 

Com muito amor e carinho, tentamos que este mal fosse minimizado da melhor maneira possível. Jujuca sempre foi nossa princesinha e, por isso, sua perda foi dolorosa. Ela nos acompanhou por 16 anos e retribuiu todo o amor que lhe dávamos.


Muitas pessoas questionam a dedicação que o ser humano oferece ao animal, mas posso afirmar, com propriedade, que tudo vale a pena. Nada é mais recompensador do que o olhar apaixonante e a cumplicidade de seu amiguinho de quatro patas. A nossa Jully era muito sensível e sempre sabia quando alguém da família estava triste. Nestes dias solitários, ela ficava perto da pessoa que estava quieta demais e lambia as lágrimas que escorriam de seu dono. Essa era a forma de seu beijo - A mais pura e bela forma, pois nos animais há uma convicta sinceridade.

Seu corpo fofinho me chamava para abraçá-la intensamente. Sempre sonhei com sua eterna presença em meus braços -  Ah! Se esse sonho fosse possível-. Contudo, tenho certeza de que todos os cães merecem o céu.



Esta minha pequena homenagem não consegue representar tudo o que a Jully foi para mim, mas escrever estas lembranças me fez bem.

O post foi ideia da minha mãe e a música, que marcou nossa despedida da bebê da família, foi definida por minha irmã. Assim, para encerrar, coloco um pedacinho para vocês:

" Me sinto só,
 Mas sei que não estou
 Pois levo você no pensamento
Meu medo se vai,
Recupero a fé,
E sinto que algum dia
Ainda vou te ver

Cedo ou Tarde
Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar."
                                                       (NX Zero)


Bjks da Ale!

Meu contador de histórias....





Minha história começou no dia 22 de fevereiro de 1997. E, como toda boa narrativa, contamos com algumas observações iniciais para um pequeno parágrafo de contextualização. Afinal, tudo neste dia era registrado. Meus olhinhos enxergavam a luz pela primeira vez e iam se adaptando para poder visualizar o ambiente ao meu redor. Chorei num primeiro momento, mas logo sorri, pois senti o colo macio e acolhedor de uma mãe guerreira que enfrentou, após quatorze anos da primogênita, novamente uma gravidez. Avistei uma irmã mais velha animada com “o novo brinquedinho” da família. E, por fim, vi um pai apaixonado, esperando sua vez para segurar a sua mais nova princesinha.


Bom, para colocar um foco no tema, lhes apresentarei o personagem central. Afinal, uma história precisa de um herói. E o meu se chama José Carlos - um homem com várias características em uma só pessoa. Aliás, um pescador sempre tem um achado novo pra contar. Esse paizão fez e faz de tudo para que veja a sua família feliz. Pra que um Super-homem se eu tenho um Superpai?


Suas histórias exclusivas e magníficas me faziam sonhar intensamente quando pequena. Sua habilidade pra dança me convidava para subir em seus pés e rodar e rodar pela casa inteira. Sua gentileza me acalentava quando caia de bicicleta, após minha manobra não tão bem executada, e machucava o joelho. E eu não poderia pedir um pai melhor do que este. Ele me comprovou, como um bom nordestino, que os cariocas - como eu- também podem gostar de uma rede. Ele me ensinou a amar e a respeitar o próximo. E ele me mostrou com atitudes que um bom filho é um bom marido, um bom pai e uma boa pessoa.



Vivo escutando que sou parecida com ele, pois tenho alguns traços de seu temperamento forte, outros de suas manias e de seu perfeccionismo. E eu me orgulho disso. Sem esse homem eu não seria metade de quem sou hoje. Minha vida seria muito chata sem sua presença. Aliás, quem iria cantar músicas que ninguém conhece – porque ele muda a letra TODA – dentro de casa? Quem iria guardar as coisas em inúmeros envelopes? Quem iria me dar o colinho paterno nas horas difíceis?  

 

Pai, reafirmando meu ponto de vista, quero lhe agradecer por esse olhar apaixonado de todos os dias. Sei que Dia dos Pais é apenas uma data comercial e que esta comemoração deveria ser sempre vivida, mas especialmente hoje quero lhe dar todo o amor que posso oferecer. Você me dá diariamente um presente, que é a sua bênção, mas hoje eu peço que Deus te abençoe imensamente. Desejo que o senhor tenha muitas felicidades, saúde e paz ao nosso lado.





Ps: Você sempre pede algo, se desculpando imediatamente por ser chato. Não se preocupe com isso porque nós somos chatos juntos e continuaremos assim por muitos e muitos anos. Hahaha!

Te amo demais, meu galego lindo.


Bjks da Ale