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"Eu te darei o sol" - Jandy Nelson.




Oi, gente, aqui é a Thata!!!

 Venho mais do que feliz dizer que escrevi a resenha de mais um livro MARAVILHOSO da Novo Conceito! E estou radiante por estar tendo a oportunidade de compartilhar o meu recente fascínio por Eu Te Darei O Sol. Vem conferir a resenha ;)

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Noah e Jude eram gêmeos muito próximos, carne e unha, liam a mente um do outro, sabiam o que o outro estava sentindo e, além de tudo, eram melhores amigos. Mas, então, eles começaram a crescer. Jude era popular, cobiçada pelos surfistas e totalmente diferente de seu irmão, Noah, o esquisito sem amigos que passava mais tempo com seu bloco de desenhos do que com qualquer outro ser humano. E, claro, agora tinha uma ereção quando estava muito perto de garotos!

Até que um dia, uma catástrofe acontece, e os rumos da história mudam totalmente. Noah e Jude se encontram em uma rede de segredos e mentiras, tentando desvendar um ao outro.

Vou ser sincera e dizer que, quando eu li a sinopse do livro, eu não fazia ideia do que me esperava nessas páginas. Este pequeno resumo não faz jus ao livro incrível com que me deparei. Divertido e dramático, mais do que um romance, Eu te darei o sol fala sobre a amizade.

O livro é narrado por Jude aos 16 anos e por Noah entre os 13 e 14 anos, e, a cada capítulo, essa passagem de tempo é feita entre presente e passado. No início, pensei que seria confuso, mas ,na verdade, foi um ótimo jeito de levar o livro. Uma história acabava complementando a outra, mesmo em épocas diferentes, e, aos poucos, você ia montando o quebra-cabeça. Foi uma ideia muito boa da autora, e a cada final de capítulo, eu queria mais de Jude ou de Noah.

E, por sinal, os dois foram personagens muito bem construídos, cheios de falhas e virtudes, fáceis de se identificar e se apaixonar. Eu amei estar na mente deles! Jude é paranóica com doenças, e fala com a sua avó morta. Noah não tem amigos, e, ao fazer amizade, passa por sua primeira paixão, lidando o tempo todo com a sua homossexualidade. Eles não são adolescentes totalmente comuns, mas, ao mesmo tempo, são muito parecidos conosco.

Nenhum dos protagonistas, ou coadjuvantes, é idealizado. Todos eles erram (e feio), mas todos eles se arrependem, como qualquer outro ser humano, e isso te deixa mais próximo do personagem. É muito interessante também ver a mudança dos protagonistas, já que o livro é narrado no passado e no presente.

O romance de Noah foi muito bem escrito. Foi o primeiro amor por si só, simples e arrebatador, impossível de não torcer para que os dois ficassem juntos. E o de Jude foi igualmente encantador, e meu coração de shipper sofreu em muitas cenas.

A autora tem uma escrita muito boa, que te prende ao longo dos capítulos e que te desperta a curiosidade para saber quais são os segredos e as intrigas que ocorrerão. O enredo é muito bem entrelaçado, nos mínimos detalhes.

É um ótimo livro Young Adult, que vale a pena ler e que te faz pensar sobre até que ponto atitudes definem uma pessoa. Essa obra com certeza vai fazer você se apaixonar por Noah&Jude! 

Por uma amizade como a deles, eu daria o céu, as árvores, as flores, e principalmente, daria o sol.

"Mentiras que confortam" - Randy Susan Meyers


Olá, pessoal....como estão??? Espero que bem....

Gente, o que foi essa Bienal do RJ??? SIMPLESMENTE DEMAISSSSSS.....preciso comentar que estou pobre, inclusive, mas isso é papo para um post exclusivo sobre a bienal que está sendo preparado pra vocês. Mas vamos ao que interessa!!!

Hoje, nós falaremos sobre Mentiras que confortam, da autora Randy Susan Meyers.
O livro conta a história de 3 mulheres que não se conheciam, mas que têm suas vidas cruzadas de forma bem peculiar.

Tia se apaixonou por um homem casado, Nathan. Durante alguns anos, eles viveram um romance bastante tórrido. Eis que Tia fica grávida e, ao contar a Nathan, este pede que ela faça um aborto, pois essa gravidez poderia acabar com seu casamento, e ele não queria isso. Diante de tal absurdo, Tia decide se afastar dele, sem deixar de amá-lo, e toma uma difícil decisão: iria entregar sua filha para adoção, pois não iria suportar olhar para o bebê e lembrar de seu grande amor.

Caroline foi a mulher escolhida para adotar a filha de Tia. Porém, ela nunca teve certeza se iria desenvolver bem o papel de mãe, mas cedeu a pressão de seu marido Peter para formarem uma família completa. Mas Caroline ficava totalmente dividida entre sua vida profissional e a familiar, sempre prevalecendo mais a primeira.

Juliette considerava sua vida com seu marido Nathan extremamente perfeita. Sua vida era completa, pois, além de ter uma família bem estruturada, também tinha muito sucesso profissional. Seu mundo começa a desmoronar quando seu marido revela que havia tido um caso. Ele promete que nunca mais iria trair, mas como conviver sempre com a dúvida de uma possível traição?

Após 5 anos, Tia ainda não superou a perda de Nathan, e decide mandar para ele fotos de sua filha. O que Tia não sabia era que sua carta iria ser interceptada pela esposa de Nathan, Juliette, e esta decide investigar e conhecer melhor sobre a família que havia adotado a filha bastarda de seu marido.

O destino dessas três mulheres se encontram mais uma vez através da pequena Savannah. Juliette sente que, mesmo tendo sido mais uma vez enganada pelo marido, a menina tem direito de conhecer os irmãos, os avós, e até mesmo o próprio pai. Ao mesmo tempo, Nathan está confuso, pois acreditou que Tia havia feito um abordo. Tia está com a vida mais bagunçada que sua mesa de trabalho. A paixão por Nathan se perpetuou pelos últimos anos e o envio das fotos reacendeu a esperança de que ele poderia procurá-la. Enquanto isso, Caroline tenta de todas as maneiras ser uma mãe melhor, mesmo que seus instintos não sejam tão maternais. 

Nessas idas e vindas, as 3 se deparam em uma luta pelo amor e pela confiança... ah,  e a pergunta "por que não ser mãe de uma linda menininha?" aparece para elas. Uma história que nos deixa conectados com as personagens e, a cada capítulo, ficamos querendo desvendar mais a história... como diz na contracapa do livro: “Ainda que você não concorde com as escolhas feitas pelos personagens, é difícil não apreciar a honestidade de Mentiras que confortam.”

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Essa é uma história narrada sob o ponto de vista de quatro personagens: Tia, Juliette, Caroline e Nathan. É muito esclarecedor saber o que cada um está pensando dessa situação tão incomum. Todos os personagens estão cercados de mentiras, e isso dá um pouco de raiva no início, já que, a cada mentira, mais e mais problemas vão sendo criados, e menos os personagens conseguem se acertar.

Quando comecei a ler o livro, a história não havia me convencido muito, porém, a cada capítulo, ela vai te envolvendo de uma forma que você fica doido para chegar logo ao final e ver o desfecho.

Não curto muito histórias de traições, até porque fico me colocando na pele do personagem, mas, neste livro, o tema é abordado de uma forma bem sutil, sem a libertinagem que é característica de histórias de traição.

Sem revelar muito spoiler, preciso falar que fiquei me colocando no lugar de Juliette e que, fato, nunca iria perdoar esse marido. Pô, a mulher era tudo. Uma boa dona de casa, levava dinheiro pra casa, pois era uma empresária de sucesso, era uma mulher bonita, e o cara vai procurar outra na rua?? 

Ahhh, me desculpem os homens, mas um cara desse merecia era uma surra, isso sim.

Não concordei também com a atitude de Tia de colocar o bebê para adoção. Só porque se decepcionou com o cara, vai largar a criança que nada tem a ver com isso?? Achei uma atitude bastante egoísta e covarde. Nunca iria descontar minha frustração amorosa em uma criança que não pediu para vir ao mundo.

Esse é um livro interessante que nos faz refletir sobre dilemas do cotidiano e com alguns pontos de vista a serem analisados por nós leitores.

Se pudesse atribuir uma nota de 0 a 10, eu daria 7, pois o final eu esperava mais....

Bom, vou ficando por aqui e espero ver a opinião de vocês, ok???

E aguardem, pois surpresas irão acontecer no Tbw Br.

Beijokas e boa leitura a todos,

Flay


De fã para fã: O Diário da Princesa!

 

E eu tenho certeza que você já ouviu falar desse filme!



Mas, e sobre os DEZ livros de Meg Cabot, você já ouviu falar? Pois é, dez livros! Em comemoração aos 15 anos de O Diário da Princesa e a vinda de Meg Cabot para o Brasil, vim fazer esse post com uma resenha dessa história e com algumas informações sobre a linda escritora desses livros! Vem conferir se você ainda não leu, porque deveria ler!

Imagina só, você, no início do ensino médio, recebe a visita de sua avó (que, por sinal, você não suporta), e ela joga a notícia bombástica de que você é uma princesa! Apesar de parecer um sonho virando realidade, para Mia não era bem assim. Tudo que ela queria era uma vida quieta e no anonimato, mas agora ela deveria ter aulas de como ser uma princesa, e aprender a governar Genóvia, tudo isso com a sua avó nada agradável.

Mia é uma garota normal, tem dificuldade em matemática, gosta do irmão da melhor amiga, mas tem uma quedinha pelo cara mais gato da escola (afinal, quem não tem?). É obrigada a aturar a patricinha popular da escola, e tem poucas amigas de verdade. Apesar dos compromissos de princesa, ela se preocupa mais com o que Michael está pensando dela do que aprender as diplomacias de Genóvia.

Todos os livros desta série são leves e divertidos, em formato de diário, são uma leitura rápida e fácil, bem chick-lit. A Meg escreve muito bem e entende as crises adolescentes. Afinal, Mia tem que equilibrar sua vida de adolescente, ativista amante do meio ambiente com a vida de uma garota normal na escola, e ela faz parecer super fácil (tirando todo o drama haha).

Mas, claro, nem tudo são flores. Não posso dizer que todos os livros são excelentes, até porque a Mia é imatura, e isso cansa em alguns pontos. Mas, depois que você percebe que ela vai crescendo ao longo de todo enredo, e vai aprendendo, você fica feliz por ela, pois é como se a gente a acompanhasse ao longo dos anos de sua vida.

Existe uma parte no último livro que você realmente percebe que a Mia cresceu, e dá até um orgulho, me senti aquelas tias que dizem “nossa, como você cresceu!”, e a Mia provavelmente ficaria me olhando tipo “Quem é você? É claro que eu cresci, é o que as pessoas fazem”.

Esses livros são um estilo Thalita Rebouças, que se você acha que na sua idade não iria se interessar, com certeza conhece alguém que iria. E incentivar a leitura é sempre uma boa, não é?

Mas se você gostou do filme, com certeza vai gostar do livro. O filme é paixão antiga para mim, e foi o que realmente me estimulou a ler esses livros. A adaptação deixa um gostinho de “quero mais”, e este desejo é muito bem preenchido pela série de Meg Cabot.

O primeiro filme se passa entre os três primeiros livros, com várias mudanças para encurtar o roteiro (Em um dos livros da série ela até comenta que fizeram um filme sobre ela, e a Lily reclama que foi super injustiçada em sua retratação cinematográfica). E o segundo filme não tem ligação nenhuma com os livros. Este não é tão bom quanto o primeiro, e, apesar de ter o lindo Chris Pine, eu ainda sou team Michael, fazer o quê?

Outra diferença é a Grandmère, avó da Mia. Ela é, muitas vezes, insuportável no livro, diferente da avó incrível interpretada por Julie Andrews, que conseguiu transformar uma personagem mesquinha em uma rainha admirável.

O Diário da Princesa é um dos meus filmes favoritos, e recentemente saiu uma notícia sobre um terceiro filme. Mas, infelizmente, o rumores foram negados, ou seja, nada de filme novo :’(.

A saga acaba na formatura de Mia, e, após dez livros, confesso que senti um buraco no meu coração. Pode parecer muito, mas você se acostuma a ler sobre a vida da princesa, e ao saber que não tem mais um próximo livro, a inevitável saudade bate. É um livro de menina mesmo, com romance, descontração e ataques dramáticos de Mia Thermopolis.

Confesso que sofri muito com o ship nesses dez livros. Michael e Mia já eram meu OTP mesmo antes de eu saber o que era OTP, e talvez seja por isso que eu tenha um carinho enorme pelo livro. 

Porque eu já vi O Diário da Princesa 100 vezes, posso ver mais 100, e não vou cansar.

E, se você comparar o final dos livros com o final do filme, não vai acreditar no tanto de coisas que aconteceram, e nas várias novas situações que surgem... Como Mia ter escrito um livro com cenas de sexo, e não saber como contar para a avó.

Queria ter tido a oportunidade de crescer com Mia ao longo dos anos em que os livros foram lançados, mas, como não tive, já valeu, na minha opinião, aturar essa menina meiga e maluquinha e ver seu amadurecimento. Bateu saudades agora.


E falando nisso, para quem já leu e também sente falta da princesa sem um parafuso, a Galera Record vai lançar um novo livro chamado O Casamento da Princesa. Dá até para imaginar o que vai ser, né? MEU SHIP CASANDO, SEGURA CORAÇÃO!



"Neste novo volume de O Diário da Princesa, da autora Meg Cabot, cinco anos se passaram desde que Mia se formou na faculdade - e sua vida anda bem agitada. Ela coordena um centro comunitário em Nova York, continua perdidamente apaixonada por Michael e está sempre cheia de compromissos reais na agenda. E por falar em compromisso... A imprensa não perde uma oportunidade de maldizer a vida do casal. Por que não se casaram até hoje? Existe outro pretendente? Como a família real permite que ela passe as noites fora de casa? Os paparazzi vivem atrás da princesa, mas ela tem outras prioridades. Até passar um fim de semana romântico com seu amor nas Bahamas. Será que chegou mesmo a hora do “felizes para sempre”?”

 E a melhor parte disso tudo é que MEG VEM PARA O BRASIL LANÇAR! Ela vai fazer uma turnê por vários estados do Brasil, e eu trouxe para vocês as datas e os links dos eventos no facebook!
                                
Cachoeira, BA – 18 de Outubro, 10h



Recife, PE – 19 de Outubro, 17h



São Paulo, SP – 20 de Outubro, 17h



Porto Alegre, RS – 21 de Outubro, 17h



Belo Horizonte, MG – 22 de Outubro, 17h



Rio de Janeiro, RJ – 23 de Outubro, 17h



A Record também vai lançar uma edição especial de O Diário da Princesa, em comemoração aos seus 15 anos. Com direito a capa dura forrada com tecido, impressão do miolo em duas cores, e apresentação de Paula Pimenta.

Tudo isso em outubro desse ano. Mês que vem promete para as fãs de Meg Cabot!

E fiquem de olho no twitter do blog, porque se sair mais alguma notícia, com certeza, postaremos lá ;)


Xoxo, Thamiris.

"Soldier, leal até o fim" - Sam Angus.


Olááááááá, pessoal....

Já estou em êxtase com a nossa bienal....ahhhhhhhhhhhh....(momento loucura....), mas, em breve, nós iremos colocar aqui a cobertura completa, ok??

Mas, enquanto isso não acontece, vamos de resenha....

Hoje, nós vamos comentar sobre um livro lindíssimo. Falaremos de Soldier, Leal até o fim, da autora Sam Angus, que traz a história de lealdade de um cão para com o seu dono.

Stanley, um menino inglês de 14 anos, perdeu sua mãe ainda muito jovem e vivia com seu pai e seu irmão. Após a morte da mãe, seu pai entrou num tipo de depressão e tudo que ele sabia fazer era maltratar Stanley e ficar sozinho. Quando seu irmão mais velho, Tom, foi recrutado para servir na guerra, Stanley passava por poucas e boas com seu pai. Sua única distração era a cadelinha Rocket.

Em uma determinada noite, Rocket foge, e Stanley ao encontrá-la percebe que ela havia cruzado com um cão cigano. Seu pai odeia cães ciganos e diz ao filho que assim que os filhotes nascerem ele irá dá-los aos ciganos. Stanley começa a acompanhar a gravidez de Rocket e, assim que os filhotes nascem, ele se apega demais ao único machinho da ninhada, ao qual colocou o nome de Soldier, em homenagem ao seu irmão.

Seu pai cumpre a promessa e, logo que os filhotes desmamam, ele os entrega aos ciganos, porém Stanley consegue com a ajuda de um cigano que Soldier ficasse com ele. Dá (apelido do pai de Stanley) fica irado com tal atitude e diz a Stanley que irá afogar o cachorro. E numa manhã, Dá sai cedo com Soldier a fim de cumprir sua promessa. Stanley tenta alcançá-lo para impedir, mas é em vão, e, muito magoado com a atitude radical de seu velho pai, resolve fugir de casa e se alistar ao exército. Mesmo com sua pouca idade, Stanley ingressa no exército inglês, mais precisamente no setor responsável por cães mensageiros e vê nisso uma forma de estar perto de sua paixão por cães e, ao mesmo tempo, procurar por seu irmão Tom.

Stanley se depara com os maiores horrores que uma guerra pode proporcionar a um ser humano, e também a um cachorro, mas ele também faz novos amigos e dá várias lições de amor e da capacidade do amor que um cão pode ter para com o seu dono.

Uma história de amor, companheirismo, lealdade e de um amor que pode ultrapassar qualquer tipo de dificuldades.

***************

Gente, como vocês já sabem, eu amoooooo cachorros....e, quando vi a capa desse livro, eu pensei logo....tenho que ler.

Simplesmente perfeito....não tem como não se envolver com a história de amor e lealdade de um menino e seu cão, mesmo diante de um cenário tão devastador como o de uma guerra.

Gente, de cara eu ODIEIIIIIIIIIIIIIIII esse Dá....poxa, como assim fazer tanta maldade com um bichinho?? Afff....que vontade de dar na cara dele....mas o livro trouxe muitas surpresas e fez com que minha raiva por ele amenizasse.

Sem querer ser redundante, é um livro que você não consegue parar de ler, pois a cada página você
fica mais e mais emocionado e ansioso para saber o que acontece com os dois.

Recomendo muitooo a leitura. Tanto para os amantes de animais, como eu, como para aqueles que curtem histórias de Guerra, pois tem muita emoção, e a adrenalina rola solta.

Se eu pudesse atribuir uma nota, com certeza, daria 10! E, mais uma vez, parabenizo a nossa parceira Novo Conceito por nos trazer tão deliciosa leitura.

Bom, pessoal, vou ficando por aqui, pois, afinal de contas, estou aqui já me preparando para mais um dia de Bienal amanhã....

Beijokas e até a próxima....

Flay 


"A Cruz de Zeta" - Fátima Venceslau.


Ooooie, gente!

Bom, hoje, eu passei aqui para trazer a resenha de um livro escrito por uma autora mais do que simpática!!! Simmm! Estou falando da querida Fátima Venceslau, que tive a honra de conhecer no evento da Semana do Livro Nacional. Nesse encontro, nós firmamos essa parceria linda e, por isso, vim contar para vocês tudo que eu achei desse livro repleto de ficção científica e romance. 

Preparados? Então, vamos lá!!!


Meu autógrafo \o/

***

A Cruz de Zeta conta a história de Júlia, uma menina de 17 anos aparentemente normal que vive na Cidade Maravilhosa e que tem as mesmas preocupações de uma jovem de sua idade... no início do livro, vemos como nossa personagem corre com os preparativos para o ENEM, como aguenta fofoquinhas da escola e como vive uma amizade inseparável com Mariana, uma quase irmã para ela... só que Júlia nem imaginava que sua vida seria transformada de uma hora para outra e, muito menos pensava que suas origens não eram exatamente aquelas que ela conhecia...

Ah... mas que mistérios são esses de que você está falando, Alê? Bom, Júlia conhece um cara lindo, loiro, gato - e eu já disse lindo?-, chamado Marcos, que parece compreender tudo que acontece em sua vida e que parece ser o homem dos seus sonhos ( ou dos sonhos de qualquer uma de nós, né, meninas? )! O que ela não sabia era que Marcos era um alienígena e que estava aqui na Terra como seu guardião. E, após essa descoberta, muitas outras virão para abalar as estruturas de nossa protagonista, uma vez que ela mesma faz parte de toda a trama.

Como dá para perceber, se há um grupo pacífico de alienígenas, também há um grupo rival, não é mesmo? Marcos faz parte do grupo nórdico, e seus rivais são os reptilianos. Esse segundo grupo é conhecido por sua ambição e por entrar em guerras de dominação. E, dessa vez, o alvo pode ser nosso planeta Terra... Será que Júlia e Marcos conseguirão deter seus inimigos - principalmente Saulo, o novo colega de classe de nossa mocinha-,  salvar seus povos e aceitar suas verdadeiras identidades? Para saber de tudo isso, você precisa ler essa obra de Fátima Venceslau ;)

A Cruz de Zeta é um livro recheado de ficção, e a abordagem da autora sobre o tema foi muito genial... sempre me perguntei sobre outra vidas no universo, e a sagacidade que a Fátima colocou no texto deixou tudo mais interessante ( para vocês terem uma ideia, no enredo, há acordos secretos entre os alienígenas e os nossos governantes!!)! Quando terminei de ler, fiquei com algumas coisas na cabeça: será que isso acontece mesmo e a gente não sabe? Hahahah... eu e minha mente mirabolante.

Bom, preciso falar que gostei bastante dos personagens e de suas atitudes, e, dessa vez, minha personagem favorita não é a principal, pois não me identifiquei muito com Júlia... a pessoa que fez com que eu me vidrasse ainda mais em algumas ações foi Rana, uma reptiliana diferente e que tem ideias humanas e meio feministas... apesar de não aparecer tanto, ela me deixou muito orgulhosa e me fez torcer por seu final feliz.

Ah, por falar em personagem... adorei ver a mudança e o crescimento de um personagem que eu não gostava no início. Até conversei com a autora e disse que não gostava dele, e ela disse: "Por quê? Tantas pessoas o amam... " . E só depois entendi o motivo! E olha, Fátima, também me apaixonei, hahaa... tô mais encantada com ele do que com o Marcos.

Como vocês viram, eu adorei o livro, mas preciso fazer somente uma crítica construtiva sobre o ritmo do texto... em determinados momentos, nós ficamos um bom tempo concentrados em coisas que Júlia poderia ter se importado menos, e, em alguns momentos mais importantes e com mais ação, não tivemos tanto destaque assim. É claro que isso não ocorre em todo o enredo, mas eu senti essa oscilação, o que quebrou um pouco o meu ritmo de leitura. Poréééém, nós teremos uma continuação da história ( isso mesmo!!!!), então, tenho certeza de que teremos muitoooo mais cenas maravilhosas! 

Fátima, muito obrigada pela oportunidade! Adoramos essa nova amizade e esperamos ansiosamente seus próximos livros!

Gostou da resenha e quer comprar a Cruz de Zeta??? Então, eu te conto como você pode adquirir seu exemplar!

O livro físico está na Nobel do shopping Downtown ou com a própria autora! Para conseguir seu livro com a Fátima você pode:

a) Comparecer na Bienal para vê-la:



b) Ou entrar em contato por meio da página dela no Facebook (clique aqui para curtir e mandar uma mensagem)!

Ahhh, mas também tem o livro em e-book na Amazon!!

Viu? Há muitas formas para você não deixar essa leitura escapar! 

Fátima e eu na Semana do Livro Nacional no RJ!

Beijos da Alê!

De fã para fã: Pretty Little Liars!

I’m Back Bitches


Se você não sabe o que é Pretty Little Liars, não sei em que mundo você vive. Mas se você não sabe quem é –A, bem-vinda ao meu ex-mundo! (Não se preocupem, este post é sem spoiler)

Eu apresento a vocês 10 motivos para ver (ou voltar a ver) Pretty Little Liars:
                                        
Motivo Número 1 – Mesmo depois de seis temporadas, o enredo ainda te prende!

Aria, Spencer, Emily e Hanna eram assombradas pelo desaparecimento de sua amiga, a Queen B da época do colégio, Alison DiLaurentis. Depois de uma brusca separação, todas estão juntas novamente na cidade, e começam a receber as mesmas mensagens de alguém que assina como –A. Mas espera aí, não era assim que Alison costumava assinar suas mensagens? Esta pessoa as persegue, sabe cada passo que elas dão e mais, sabem todos os seus segredos, que não são poucos.

Aria tem um caso com o professor, e esconde da mãe a traição de seu pai. Spencer tem um péssimo hábito de beijar os namorados da irmã. Emily anda beijando meninas. E Hanna se tornou a nova Queen B da escola, mas consegue seu figurino roubando lojas. E isso é só o começo. (Sério, é só o começo mesmo).

São seis anos de Pretty Little Liars, e seis anos sem saber exatamente quem é –A. Apesar disso, são revelados os participantes do A Team, que aos poucos você vai descobrindo quem ajuda essa mente psicótica a torturar as meninas.

A cada temporada mais intrigas surgem, mentiras, assassinatos, e cada vez mais as principais são envolvidas em uma teia grudenta, impossível de sair. As ameaças passam de brincadeiras com bonecas, para brincadeiras com partes de corpos. E você pode ficar surpreso até onde a mente de –A pode chegar, e do quanto as garotas aguentam.

E irei resumir minhas reações nos episódios das season finale em dois gifs:




Motivo número 2 – As citações são as melhores!
Em Pretty Little Liars existem dois tipos muito bons de citação.

Citações com lições de vida:


“Pessoas não são bonecas. Você não pode brincar com elas e depois colocá-las de volta na caixa quando estiver cansada”


“As pessoas mudam, okay? Elas crescem”


“Isso é o que é tão bom em relação aos amigos: Não são sua família. Eles te aceitam por quem você é”

E as frases que te representam:

Quando dizem para você largar o celular:


 “Não posso sair sem meu celular. É como sair sem um cérebro!”

Quando aquele casal que você shippa cisma em não ficar junto:


“Duas pessoas que se amam tanto assim devem ficar juntas”

Quando você não aguenta mais biologia:


“Eu sempre odiei biologia. Quem liga como uma célula se divide. Ela só se divide.”

Motivo número 3 – A amizade das garotas.


Se tem uma coisa legal de ver é como, mesmo depois de tudo que elas passaram, elas continuam juntas. As meninas de Pretty Little Liars são o sismance mais lindo das séries, e você fica rezando para ter uma amizade como a delas.

Motivo número 4 – A dor das Liars é a sua dor.

Elas sofrem. Mas elas sofrem absurdamente. E você sofre com elas. Apesar de ser suspense, essa série também é drama, e isso é muito bem explorado pelos escritores. –A não dá descanso, e coisas horríveis acontecem com elas, cada vez piores. E isso só me irrita mais em relação a descobrir quem é –A, elas merecem paz.

Mas em compensação, quando elas estão felizes, você fica feliz por elas. É muito fácil de se conectar com as Liars (as quatro principais), e não só com elas, mas com os personagens coadjuvantes também.

Motivo número 5 – SÓ EXISTE GENTE GATA EM ROSEWOOD

SIM SIM SIM. ALGUÉM ME LEVA PARA O ROSEWOOD POR FAVOR! Tem muita gente gata nessa série (quer você goste de homens ou mulheres). No máximo uma ou duas pessoas que não são lindas naquela cidadezinha, e eu tenho quase certeza que o pré-requisito para fazer Pretty Little Liars é ser um colírio para os olhos.




Motivo número 6 – Os casais são destruidores

São destruidores tanto de fazer amá-los, quanto também de te fazer sofrer (e muito). Existem tantos ships que você até perde a conta, tem sempre aqueles que são os favoritos. Os dramas e as cenas dos casais são muito bem construídos, e te fazem derreter apenas por ter os atores juntos.

Por falar nos atores, que química que os casais têm! É tanta, que não duvido nada que alguns desses casais tenham levado a ficção para a vida real. Mas não se iluda não, os ships aqui vão e voltam. Escolha o seu favorito, e dedos cruzados.
                                                
Motivo número 7 – A

Sim, eu odeio –A. Mas eu amo –A. Faz sentido? Nem um pouco. A questão é que apesar de –A ser um monstro, ele/ela é genial, e é o que move toda essa série. A cada episódio essa pessoa se torna mais cruel, e você cada vez se surpreende mais com o que ele/ela é capaz de fazer, e isso te deixa de queixo caído muitas vezes.

Vale assistir a série pelo fato de –A ser surpreendente, e de que as revelações do A Team, também são surpreendentes, essa série deixa seu coração batendo rápido, e seu cérebro a mil tentando achar qualquer pista. Será que você consegue sozinho descobrir quem é a mente maligna por trás de tudo?

Motivo número 8 – As roupas são de matar!

Quem me dera poder ter as roupas dessas meninas, babo sempre!



Dizem elas que o figurino é feito baseado em roupas da Forever 21, e outras lojas comuns lá nos E.U.A., espero que seja verídico.

A cada final de temporada tem um baile, e é aí que eu morro de inveja, sem conseguir escolher qual o mais bonito.




Motivo número 9 – O fandom!

Você provavelmente já ouviu falar de legenda não-oficial. Mas e da de Pretty Little Liars? Se essa série não te faz rir, o fandom com certeza vai, e a legenda não oficial mais ainda! 


Podia estar no momento mais trágico da série, eu chorei de rir várias vezes por causa dessas legendas, o que é um alívio muitas vezes, já que a série se concentra muito no drama (afinal, é uma série de drama, né). Entre outras tirinhas que o fandom tem, é claro que a série tem também seus momentos de comédia... Hanna Marin me tira boas risadas, e deixa a série bem mais leve.

Não poderia esquecer que os fãs de PLL são extremamente inteligentes e minuciosos. Param quadro por quadro, percebem pistas, e fazem milhares de teorias. Escolher a que faz mais sentido é difícil!
                                    
Motivo número 10 – Já sabemos quem é –A. Mas isso é só o começo do fim.

Não vou falar quem é –A, mas digo se você for começar a série (ou voltar de onde parou), que finalmente não vai ter que ficar esperando mais anos para assistir! –A finalmente foi revelada! E eu prefiro não fazer comentários sobre essa descoberta, afinal, a série ainda não acabou.

-A foi revelada na metade da sexta temporada, e ainda tem mais uma metade até o final da sexta, a sétima temporada, e bem, para Marlene King (produtora da série) o céu é o limite! Diz ela que talvez tenha até um filme no final da série, ou quem sabe uma oitava temporada. Resta saber se essa mulher tem tanta criatividade para mais episódios. Mas, pelo menos, a história que se iniciou na primeira temporada teve um fim. E, por enquanto, teremos que nos contentar com isso.

Tentei, no post, listar 10 motivos, mas fui vendo que na verdade são muitos mais! Os personagens são encantadores, o enredo maravilhoso, o cast é simplesmente incrível! Bem, muitas coisas mesmo, mas isso aí você só descobre vendo.

E se vocês acham que depois de começar a ver vai ser fácil parar, it won’t be that easy bitches.

Xoxo - T

"A morte e os seis mosqueteiros" - Anatole Jelihovschi.


Oiie, galera!

Hoje, passei aqui para apresentar um livro épico! Estou falando de A morte e os seis mosqueteiros!

Bom, um tempo atrás, a querida Hanny, responsável pela divulgação da obra, entrou em contato conosco para apresentar esse enredo e, assim que eu li a sinopse, me encantei e falei que com certeza iria fazer um post, convidando nossa família a engrenar nessa leitura.... eu demorei um pouquinho para vir aqui porque, como vocês viram em posts anteriores, andei preparando novidades e correndo com a Bienal! Mas, agora, voltei para trazer essa matéria para o Tbw Br!!! Vamos conferir?

***


"Em seu novo romance policial, Anatole Jelihovschi mergulha fundo no cotidiano das infâncias perdidas, dos relacionamentos partidos, das oportunidades que tantos ainda acreditam distantes demais da realidade. A morte e os seis mosqueteiros é a história de seis garotos muito amigos de uma favela. Quando crianças, tudo era uma grande brincadeira. Os meninos gostavam de se imaginar nos mundos de capa e espada, ou na peça O fantasma da ópera, mas na verdade moravam em uma favela violenta, com bandidos e policiais trocando tiros e matando gente. Ainda quando a infância sequer os havia deixado, a violência e o tráfico na comunidade em que viviam, de uma forma ou de outra, acabariam por envolvê-los em uma teia de morte, assassinando seus sentimentos, valores e, principalmente, sua amizade.

'A favela não seria um lugar ruim de morar não fossem os bandidos e policiais trocando tiros ou fazendo arruaças, a gente tem de manter distância dos dois. Às vezes passam muitos meses na maior calma. De repente se ouve uma chuva de tiros à noite. Gritos, injúrias, súplicas. Cheiro de pólvora, cheiro de carne queimada. De madrugada volta o silêncio. No dia seguinte lá estão os corpos no chão, cercados de poças de sangue; sangue escuro, endurecido, cheio de moscas.

Mas o mais assustador são as execuções dos dedos-duros.'

Eu simplesmente fiquei encantada com a proposta desse livro! O tema é tão real e tão tocante que eu não sei se vou conseguir lidar com tantas emoções durante a leitura.

A violência é, infelizmente, uma grande realidade no nosso meio social e só de pensar no que ela faz com diversas família inocentes, meu coração fica apertado. Aliás, o maior crime de todos é quando algo ou alguém corrompe os sonhos de uma criança....  A morte e os seis mosqueteiros nos traz esse tema, promete nos passar lições humanas muito importantes e vai "dar um tapa" na sociedade para que nós nunca mais viremos o rosto para alguns problemas, dizendo que eles não são nossa culpa.

Quer conhecer mais sobre esse autor genial? Claro, né???



Anatole Jelihovschi publicou Aves Migratórias (Planetário,2005), Rio Antigo (Rocco, 2009) e A gorda (Ímã Editorial, 2012). Em 2003, foi um dos finalistas do Concurso de Contos do Prosa & Verso, caderno literário do jornal O Globo. Anatole nasceu em 1950, no Rio de Janeiro e ainda guarda 10 livros inéditos. Em seu site e nas fanpages gosta de contar como a literatura nasceu dentro dele, antes mesmo que o amor e a vocação para as ciências exatas.


Anatole parece ser o tipo de pessoa que já nasceu com uma sensibilidade incrível para a escrita!

Tenho muito orgulho de ver autores como ele!

E, aí?? O que acharam disso tudo?

Eu estou extremamente ansiosa para ler esse livro e espero que vocês também tenham gostado!

Hanny, obrigada pela oportunidade que você nos deu! Amei conhecer esse trabalho lindo!

Beeeijos da Alê!